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Musicart

Vodafone Mexefest 2016: roteiro Musicart

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Do hip hop ao fado, passando pela indie ou do São Jorge à Estação do Rossio, passando pelo Parque Mayer, preparem as pernas, preparem-se para conhecer novos artistas e preparem-se para, pelo caminho, perderem de vista amigos que vão querer ouvir artistas diferentes dos vossos.

Esta é a receita para a 8ª edição do Vodafone Mexefest. A mesma de outros anos, que junta variedade, um misto de estreias e regressos, salas bonitas e novas iniciativas que vão animar o raio de acção do festival, entre a Avenida da Liberdade e o Rossio.

Enfraquecido pela ausência forçada de Charles Bradley, que cancelou toda a digressão que tinha programada por motivos de doença, o cartaz deste ano pode parecer menos entusiasmante comparativamente ao das últimas edições. No entanto, a experiência de outros anos diz-nos que existem fortes hipóteses de sermos surpreendidos por nomes menos conhecidos, aos quais se juntam as habituais "apostas fortes" por parte da organização.
Ao todo, serão mais de 50 os artistas divididos pelos dois dias de festival, a quem se junta a confirmação de última hora, Sara Tavares.

Este ano pensámos em desenhar um roteiro menos ambicioso do que o do ano passado e esse objectivo talvez tenha sido conseguido para o primeiro dia. Menos concertos, menor a distância entre as salas e um horário menos apertado, que permite aproveitar para descansar e beber uma cerveja ou um chocolate quente, habitualmente servido no caminho entre palcos. No segundo dia, volta o ritmo frenético.

 


Dia 25

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É no estreante Parque Mayer que vamos passar grande parte da noite de sexta-feira e é também no Parque Mayer que começamos esta edição. Às 19H30, no Capitólio Bastidores, Valas sobe ao palco pouco mais de um mês depois de ter lançado o seu mais recente single, "As Coisas".
Às 20H25, logo ali ao lado no Cine-Teatro Capitólio, o regresso de Mike El Nite e Nerve ao Vodafone Mexefest, desta vez em conjunto, é o primeiro de uma série de três concertos imperdíveis neste palco dedicado ao hip hop.
Vinte minutos de descanso ou uma ida à Sociedade de Geografia de Lisboa, para sentir os ritmos africanos de Toty Sa'Med antes daquele que é, para nós, um dos artistas mais esperados da noite: Talib Kweli. O rapper americano actua no Cine-Teatro Capitólio, a partir das 21H45. Pelo meio, no Coliseu, a bonita voz de NAO obriga a um desvio no roteiro para ouvir o seu disco de estreia, "For All We Know", antes de um regresso à casa de partida para a junção dos dois produtores e MC's, Diamond D & Large Professor, com inicio marcado para as 22H50.
Porque o dia seguinte obriga à gestão de energias, nada melhor do que terminas a noite com concerto do trio australiano Jagwar Ma, no Coliseu dos Recreios, às 0H30.

 



Dia 26

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É aqui que tudo se complica.
Às 20H20, o Coliseu recebe aquele que deverá ser um dos concertos com maior afluência do festival. Gallant chega a Portugal como um dos nomes do momento, com o tema "Weight in Gold" a passar na rádio e é uma das maiores promessas do soul e R&B.
Na Garagem EPAL, está montado o laboratório da "Ciência Rítmica Avançada". A curadoria de Rui Miguel Abreu, leva a palco vários nomes do hip hop português, como Beware Jack & Blasph, Keso ou o "dealemático" Fuse, que nos obrigam a desdobrar energias e a ter de escolher entre as vozes femininas de Mallu Magalhães (Teatro Tivoli BBVA, 20H50), Sara Tavares (Cinema São Jorge - Sala Manoel Oliveira, 21H15), Elza Soares (Coliseu dos Recreios, 22H10) e Mayra Andrade (Cine-Teatro Capitólio, 22H50).
Entre as 23H30 e as 0H30, a hora é repartida entre a Sala Manoel de Oliveira do Cinema São Jorge e a Estação Vodafone FM. Por uma questão de logística, a sugestão é começar pelo trio nova-iorquino Digable Planets e descer a Avenida até ao Rossio, onde a dupla portuguesa Octa Push apresenta o seu mais recente trabalho de originais, "Língua".
Gastamos o último fôlego para, a partir das 0H30, ir até ao Coliseu e percorrer com Branko o "Atlas" que o tem acompanhado nesta aventura pós-Buraka.


 


Este é o nosso pequeno contributo para que possam aproveitar ao máximo os dois dias de Vodafone Mexefest. Até lá, planeiem a vossa agenda com a ajuda da app e passem os ouvidos pela nossa playlist.

Bom festival e boa maratona a todos!

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(mapa)

 

Mercado de Música Independente #3

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O Mercado de Música Independente está de volta, no próximo fim-de-semana, para aquela que será a sua terceira edição dedicada à música e às editoras independentes.

Durante os dias 19 e 20 de Novembro, o Mercado instala-se na Garagem EPAL (Largo da Anunciada), depois de nas duas edições anteriores ter passado pelo Picadeiro Real do Antigo Colégio dos Nobres, integrado no Museu de História Natural e da Ciência.

O evento apresentado pela Junta de Freguesia de Santo António volta a reunir uma série de editoras, como é o caso da Discotexas, Mano A Mano, Monster Jinx, Kimahera, Meifumado, Lux Records, entre outras, além de artistas que se farão representar em nome próprio.
As novidades para esta edição, passam pela presença da londrina Soul Jazz Records e da editora de banda desenhada, Chili Con Carne.

Haverá ainda um palco por onde artistas ligados às editoras vão passar para animar os dois dias com showcases e DJ sets.

Horário das atuações:
Sábado
OSEB (DJ Set) - 16h
Keso (DJ set) - 17h
Mano a Mano (Showcase 1) - 18h
Mano a Mano (Showcase 2) - 19h
Ghost Hunt (Live) - 20h

Domingo
Zigur (Showcase) - 14h
Darksunn (DJ Set) - 15h
Miguel Maat (Live) - 16h
Scuru Fitchadu (Live) - 17h

 

Ao contrário do ano passado, este ano o Mercado da Música Independente não estará englobado na programação do Vodafone Mexefest, apesar de a Garagem EPAL ser um dos palcos escolhidos para alguns concertos do festival, no fim-de-semana seguinte.


Como vem sendo habitual, a entrada é gratuita e as portas vão estar abertas entre 12H e as 21H no sábado e das 12H às 18H no domingo.
É mais uma excelente oportunidade para apoiar a música e as editoras nacionais.

Recorda aqui a 2ª edição do Mercado, realizado nos dias 27 e 28 de Novembro do ano passado.

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(Fotografia: Junta de Freguesia de Sto. António)

 

#Musicart1: Dfault X Musicart - Exposição

No dia 27 de Outubro, o primeiro ano de Musicart foi representado por Dfault através de uma série de trabalhos de ilustração e lettering, em formato print, que preencheram as paredes do Hostel Lost Lisbon, no Cais do Sodré.
O artista respondeu ao desafio com a escolha e recriação de dez temas musicais que passaram pelo blogue e redes sociais ao longo do ano.

Agora, aqueles que não tiveram oportunidade de estar presentes na exposição, já podem ver os trabalhos e reservá-los através do e-mail: hello@itsdfault.com.


Sinopse


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 Mishlawi - Always on my mind
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Ace - Amor pela vida
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Sam The Kid & Mundo Segundo - Também faz parte
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Sir Scratch - Eternamente
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Slow J - Vida boa
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Fuse - 12 Magníficos
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Boss AC & Sam The Kid - Caravana
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Holly Hood - Cobras & Ratazanas
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Puro L - Pausa do Bronx
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Dillaz - Mo Boy
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Vodafone Mexefest: Em 2016 a música chega a todos

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O Vodafone Mexefest está de volta ao centro de Lisboa e, como é habitual, as novidades não se ficam pelos nomes que compõem o cartaz.
São três as boas novas para esta edição: concertos surpresa, vozes da escrita e Vodafone Cuckoo.

Durante as edições anteriores, os portadores de pulseira têm sido surpreendidos por concertos inesperados, fora da programação anunciada, ao longo do percurso entre a Avenida da Liberdade e o Rossio. Este ano, o objectivo é levar a música a toda a gente.
Em cada um dos dois dias do festival, será anunciado um nome e um local, apenas uma hora antes do espectáculo acontecer. A grande novidade é que estes serão abertos ao público em geral e não apenas aos portadores de pulseira.

Outra das apostas deste ano vai para o Vodafone Vozes da Escrita. O modelo "importado" do Vodafone Paredes de Coura, estreado na edição de 2015, chega a Lisboa com Carlão, Mike El Nite, Fuse e Da Chick a darem voz às leituras, em formato spoken words. Os quatro artistas vão preparar sessões inéditas em torno de textos, que vão desde a poesia a letras de músicas, excertos de romances, crónicas ou histórias.

Em estreia absoluta, o Vodafone Cuckoo. A varanda central do Coliseu dos Recreios transforma-se em mais um palco do festival onde, à hora certa, o Cuckoo irá anunciar a chegada de um artista para uma performance exclusiva. O elenco que fará parta desta acção, será conhecido em breve.

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(Fotografia: Royalty)


De ano para ano, os locais que acolhem os concertos do festival também mexem. Este ano, o Ateneu Comercial de Lisboa dá lugar a duas novas salas: o sótão do Teatro Tivoli BBVA, recentemente remodelado e o Cine-Teatro Capitólio no Parque Mayer, que oferece três espaços para concertos e que representa um desejo antigo da organização.

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O cartaz está fechado e a distribuição dos artistas pelos dois dias e pelas salas já está disponível no site do Vodafone Mexefest.
O hip hop volta a ser aposta, com os internacionais Talib Kweli e Digable Planets a juntarem-se aos portugueses Nerve, Mike El Nite, Keso ou Fuse.
Além das promessas do R&B, Gallant e NAO, há nomes como Branko, Diamond D & Large Professor, Elza Soares, Mallu Magalhães, Mayra Andrade, Octa Push, entre outros, que merecem uma visita.

Até lá e à semelhança do ano passado, partilhamos o nosso roteiro.


#Musicart1: Missão Cumprida

Quando há um ano atrás este blogue começou, ficou desde logo traçado um objectivo: materializar as temáticas, a divulgação de artistas, trabalhos e projectos através de um evento que juntasse música e arte num só. No passado dia 27 de Outubro esta missão ficou cumprida.


O apelo para um "after-work" no hostel Lost Lisbon, para ver ao vivo as ilustrações e trabalhos de lettering do artista Dfault, numa exposição criada exclusivamente para celebrar o acontecimento, foi correspondido por várias dezenas de pessoas que passaram pelo local.
A exposição durou até abrirem as portas do Copenhagen, onde tínhamos reservada uma viagem ao futuro.


À habitual Future Classics, com Farix, juntou-se o DJ e produtor Dead End, para fecharem com chave de ouro este primeiro aniversário que foi de festa, de convívio, de sintonia entre as duas vertentes artísticas e que nos deixou uma imensa vontade de repetir a experiência o quanto antes.

De realçar que nada disto seria possível sem a ajuda de várias pessoas que foram incansáveis no planeamento e execução do evento, sem o apoio do Lost Lisbon e do Copenhagen e sem a presença de todos aqueles que fizeram parte deste dia. 


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 Fotografias: Andreia Alves